Matilde Horta e Costa Raposo

Matilde Horta e Costa Raposo

A Matilde é a nossa Responsável Nacional. Tirou um curso de mergulho em plena pandemia e procura um(a) “buddy” para usufruir do curso nas suas férias de junho. Quem alinha? Curiosidade do mês: É a enfermeira mais nova do centro cirúrgico da Fundação Champalimaud, onde mete os doentes todos a ouvir bandas sonoras de filmes.

Cartas para Maria – Quaresma 2022

Querida mãe,

Como vai tudo por aí? Por estes lados anda tudo tão confuso. Tenho-me lembrado muito do pedido que fizeste em Fátima: que rezássemos pela conversão da Rússia. Pois bem! Mais do que discutir estratégias de ação gostava que todos os equipistas agarrassem a arma que temos à mão: o terço. Se ao menos conseguissem acreditar mais no poder da oração… Principalmente agora.

Com a Quaresma a começar imagino que andes ocupada com os preparativos todos, as mudanças de cenário, a afinação da banda sonora… Os convites já chegaram às caixas de correio, prontos para nos propor ir um evento especial: o caminho da cruz. Não há dúvidas que este é um dos melhores momentos do ano, tão ansiosamente aguardado pelas nossas almas que desejam ser provocadas e transformadas.

Mas muitas vezes a nossa cabeça prende-se à rotina sem querer ver e aproveitar o pacote completo que começou já na 4a feira de cinzas. “Tu és pó e ao pó voltarás”. É engraçado como a conclusão de todo este caminho não está no fim, mas no princípio: somos pó!

E o pó chega rápido ao Céu, se assim o quiser… Quando se acumula nos recantos da casa deixa qualquer mãe louca. Porquê prender-se às paredes? Porquê interferir com frequências respiratórias dos outros às escondidas? Talvez tu, Mãe, o encontres assim com tristeza… O pó deve revelar-se! Deve espalhar-se e fazer a diferença noutro lugar! Inquietar e abrir os pulmões para o fascínio da vida!

O pó chega rápido ao Céu, se for leve…e livre! Precisamos da conversão do pó. Precisamos de fazer caminho com a cruz para dar sentido à nossa pequena e dependente existência. Precisamos de morrer de braços abertos a Cristo para O abraçar na vida eterna. Mas uma das razões que nos leva a adiar a entrada no caminho é o medo do abraço. É preciso querer ser-se abraçado. Deixar-se olhar… Deixar-se ser conduzido… Confiar. Deixar o coração falar. É nele que Jesus habita. É nele que me imagino ter esta conversa:

Jesus – “Segue-me!”

Eu – “Porquê?”

Jesus – “Segue-me!”

Eu – “Para onde?”

Jesus – “Segue-me!”

Eu: “Como?”

Jesus – “Segue-me!”

Eu: “Mas…”

Jesus – “Segue-me!”

Eu: “Seguir-Te?”

Jesus – “Segue-me!”

Eu: “Ok”

Jesus: “Ok”

Eu: “Segues-me?”

Jesus: “Sempre!”

É assim que Jesus chama, sem explicar o que quer de cada um ou o que vai ser exigido. Jesus não dá a resposta, porque Ele mesmo é a resposta! “Porquê?”, porque sim. “Como?”, com Ele. “Mas”, nada. Ele, tudo!

Ensina-nos, Mãe, a ser um pó assumido. A aceitarmos a nossa pequenez, as nossas falhas, a largar as paredes conhecidas e correr ao encontro de Jesus. Que nos possamos agarrar apenas a Ele e fazer confiantes o caminho misterioso da Cruz. Que não seja uma Quaresma qualquer. Que saibamos ser fiéis a Quem nos chama, principalmente agora. As EJNS não abandonam Cristo, entregam-Se com Ele até ao fim! Só seremos salvos assim.

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